26.01.2013 | 14:52
NãO QUEIMA
Carlos Augusto Brandão, de Park City (EUA)
Neste sábado (26), em Park City (Utah, EUA), serão anunciados os vencedores dos troféus independentes da 29ª edição do Festival de Sundance. O filme de encerramento, Jobs, de Joshua Michael Stern (Swing vote, Neverwas) , teve sua sessão de gala nesta sexta (25) para o público no Eccles, maior cinema da cidade. O filme narra a vida de Steve Jobs, fundador da Apple e carismático mestre da inovação, morto em outubro de 2011 aos 56 anos. Ashton Kutcher interpreta o visionário ícone do Vale do Silício, numa história que traz luz sobre os momentos mais decisivos de Jobs, suas motivações e as pessoas que estiveram com ele em vários momentos. Seguindo o roteiro escrito por Matt Whiteley, Stern reuniu uma equipe de especialistas e pesquisadores, que realizou uma exaustiva investigação e várias entrevistas com os amigos, colegas e mentores, a fim de que a imagem de Jobs fosse transmitida da forma mais verossímil possível. O filme terá apenas mais duas sessões, uma em Park City e outra em Salt Lake City, e tem previsão de estreia nos cinemas em abril.
O filme foca desde os seus primeiros anos como um jovem extremamente expressivo, sua fase rebelde de hippie, até o momento em que se propôs a mudar o mundo e assim o fez, tornando-se uma das mais destacadas figuras do século 21.
As primeiras tomadas aconteceram em sua casa em Los Altos, onde Jobs cresceu e também na histórica garage, onde ele e Steve Wozniak fundaram a Apple. Além de Kutcher, o ótimo elenco tem Josh Gad (que vive Wozniak), James Woods, Dermot Mulroney, Matthew Modine e Lukas Haas.
Joshua Michael Stern diz que todo mundo tem sua própria opinião sobre Steve Jobs.
“O maior desafio foi decidir qual parte de sua história deveria ser contada sem excluir ninguém. Apostar num palpite ou se aventurar num excesso de especulação é sempre perigoso, especialmente com um personagem que é tão conhecido”, afirmou na coletiva em Sundance.
Kutcher diz que ficou honrado por interpretar Jobs , mas também aterrorizado devido ao status de ícone do CEO da Apple.
“Interpretar um cara que está tão vivo na mente das pessoas e que em todo lugar que você vai bate em alguém que o conheceu ou assistiu a vídeos sobre ele .... é aterrorizante porque todo mundo pode ser um crítico apropriado”, afirma o ator de 34 anos.
FORMULE

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