24.02.2010 | 10:22
CONVERSA TELEFôNICA PROVA CULPA DE MéDICO NA MORTE DE MICHAEL JACKSON
Uma conversa telefônica divulgada nesta quarta-feira pode encurralar Conrad Murray, médico acusado de ser o responsável pela morte de Michael Jackson. A gravação entre o corpo de bombeiros de Los angeles e o hospital UCLA contradiz as explicações do médico sobre a parada cardíaca do cantor e pode provar a culpa.
Murray declarou à polícia que Michael Jackson ainda estava vivo quando entrou na ambulância. No diálogo, que aconteceu antes do resgate, a informação é outra:
"O paciente Michael Jackson, o cantor pop, não tem pulso e não está respirando. Tentamos ressucitá-lo sem êxito. Fizemos tudo. A ajuda deveria ter acontecido cinco minutos antes. Isso não parece bom".
Ainda não foi esclarecido se a conversa é verdadeira. Caso seja realmente uma comunicação do corpo de bombeiros com o hospital durante o socorro, Murray terá que arrumar uma desculpa muito convincente. O médico garante que aplicou o analgésico Propofol em Michael Jackson e o cantor ficou sozinho por apenas 2 minutos, sendo levado para a ambulância ainda com vida, quando começou sofrer o efeito adverso.
A suspeita que vai contra Murray conta outra versão: o pedido de socorro não foi feito antes da meia-noite e o cantor ficou sozinho por mais de hora hora após receber a medicação, o que o levou a morte.
FORMULE
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