25.06.2010 | 00:01
DA CHINA, NãO. DO JAPãO
Rodney Brocanelli
Levante a mão quem nunca usou a politicamente incorreta expressão "é japonês" para tirar onda de um jogador com baixa qualidade técnica e ingênuo. Pois esta Copa do Mundo faz cair um mito. O futebol apresentado na vitória de 3 a 1 em cima da Dinamarca mostrou que o Japão deve ser respeitado a partir de agora nesse esporte.
Durante a partida, seus atletas apresentaram uma alta qualidade técnica, com direito a toques refinados, sendo um deles até de letra. É resultado de um investimento que começou nos anos 90, quando vários jogadores estrangeiros, entre eles Zico, Schilatti, Linker, Careca, Ramon Diaz e até mesmo Dunga, foram contratados pelos clubes de fuebol do país. Cada um deles, à sua maneira, deixou ensinamentos que foram transmitidos a várias gerações de jogadores.
E a Holanda conseguiu ser a primeira seleção desta Copa a se classificar com três vitórias. Contudo os números mentem um pouco. Quem olha a classificação e vê os 9 ponos não imagina que eles foram conquistados com um futebol inconvicente. A boa notícia é a volta do atacante Robben, depois de virar dúvida para este mundial com uma contusão na fase de preparação. A seleção camaronesa, por sua vez, decepcionou uma legião de torcedores que passaram a admirá-la graças ao futebol alegre e descompromissado mostrado na Copa de 1990.
FORMULE
21.05.2012
Morre, aos 62 anos, o Bee Gee Robin Gibb, vítima de câncer no fígado e cólon
Mark Millar diz que “Kick-Ass 2” é o “Império contra-ataca” da franquia de super heróis
Dan Harmon é afastado do comando de “Community” e futuro da série se torna incerto
Criador de “Heavy rain” diz que não está interessado na próxima geração de consoles
Band of Horses se apresenta no Beco 203, em São Paulo, nesta segunda (21)
Gerhard Brêda
Artista sueco se esconde em um pseudônimo para disparar melodias densas sufocadas por reverbs e delays