Foi bom para o Brasil | LABORATÓRIO POP


GERAL

28.06.2010 | 19:12

FOI BOM PARA O BRASIL

Rodney Brocanelli



Numa das colunas anteriores, escrevi aqui que seria melhor para o Brasil enfrentar o Chile do que a Suiça. O jogo desta segunda (28) demonstrou o porquê da preferência. O técnico Marcelo Bielsa decidiu ir contra a cartilha usada por 99% dos técnicos de seleções que enfrentam o escrete brasileiro e decidiu não se defender. Foi bom para o espetáculo e foi bom para o Brasil. 

O início da partida mostrou um Chile mais presente no ataque - tal como na partida anterior, contra a Espanha. As semelhanças param por ai. Enquanto a Fúria achou um gol numa falha da defesa chilena, a seleção brasileira conseguiu aos poucos duas coisas fundamentais: 1) sair mais para o jogo; 2) ter a bola nos pés.


E, logo após, o Brasil saiu na frente. Cabeçada eficiente de Juan, após escanteio cobrado por Maicon. Nem isso fez o Chile desistir de seu plano tático. Passou a pressionar cada vez mais, deixando espaços para serem aproveitados. Robinho, Kaká e Luis Fabiano, que até então estavam devendo futebol, conseguiram numa uma jogada fazer tudo que não fizeram até então. De Robinho para Kaká. De Kaká para Luis Fabiano, que não estava impedido. Gol do Brasil.


Para o segundo tempo, Marcelo Bielsa insistiu no seu plano tático. As alterações que fez mantiveram o Chile à frente. Por sua vez, o Brasil resolveu deixar o tempo passar. O volante Ramires foi premiado pela boa atuação ao dar um belo passe para Robinho deixar o seu. A se lamentar sua suspensão automática, graças a uma falta boba que lhe valeu o cartão amarelo. 


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A Holanda tem uma campanha 100% até aqui, mas não vem apresentando um futebol com brilho. Destaque mesmo para Robben, que vem justitificando a aposta feita pela comissão técnica, que não o deixou de fora, mesmo com uma contusão. O futebol foi suficiente para derrotar a Eslováquia e avançar para as quartas. 

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