O CARA E A REVOLUÇÃO | LABORATÓRIO POP


MÚSICA

30.05.2011 | 21:38

O CARA E A REVOLUÇÃO



A morte de Gil Scott-Heron, na sexta (27), tem tocado a comunidade musical, especialmente os artistas ligados ao soul, ao blues, ao hip-hop e ao rap. O poema canção de Scott-Heron The revolution will not be televised é citado por muitos músicos como uma obra de grande influência. A canção, que faz parte do álbum Small talk at 125th and Lenox, de 70, também é considerada em trabalhos de artistas tão diversos como Elvis Costello e Gorillaz. Após a notícia da morte do músico e poeta, que tinha 62 anos, grandes nomes da indústria prestaram suas homenagens nas redes sociais, como informa o site Spinner.

 

No Twitter, alguns artistas se manifestaram. Eminem elogiou Scott-Heron, afirmando que o músico "influenciou todo o hip hop". Flea, baixista do Red Hot Chili Peppers, postou que ele “era um cara maravilhoso" e “que vinha escutando muito o seu trabalho nos últimos tempos”. O cantor Usher, por sua vez, se disse chocado com a notícia, acrescentando que “a revolução ainda vive”. Já Snoop Dogg escreveu em seu perfil que o músico "foi um dos melhores", e Cee-Lo Green o descreveu como um "deus".

 

Além disso, Thom Yorke, vocalista do Radiohead publicou no blog oficial da banda uma lista de nove canções dedicadas ao músico. A seleção inclui as faixas Running e Ur soul and mine, ambas de Scott-Heron e de Jamie XX. Por fim, o Beastie Boys divulgou uma mensagem no site do grupo, desejando que o músico “descansasse em paz".

  

 

Foto: Divulgação

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