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14.04.2010 | 12:19

FLAMING LIPS GRAVA PINK FLOYD, MAS MATERIAL FICA FORA DA NOVA TOUR



Em fase preparatória para turnê (começam nesta quinta, dia 15), os rapazes dos Flaming Lips decepcionam quem espera que a banda toque, em seus shows, o material inteiro de sua releitura de The dark side of the moon, do Pink Floyd. O disco sai em vinil no sábado (17) e em CD em 5 de maio. The dark side…, afirma o frontman Wayne Coyne, só mesmo no festival de Bonnaroo, dia 11 de junho.

“Lá isso seria normal, o fim do festival começa a rolar lá pra meia-noite. É parte da viagem de tocar lá. As bandas que eles escolhem para tocar nos palcos têm essa vibração. Sugerimos tocar o disco lá pras 2h da manhã e acho que ninguém se surpreendeu”, conta.

A tour se baseia mesmo é nas canções de Embryonic, novo disco dos FL. E em músicas novas como Worm mountain, Powerless, The sparrow looks up at the machine e outras. “Vamos fazer mesmo é uma parte do disco. Temos muito material para tocar. Pensamos: ‘vamos tocar um pouco do disco e botar para quebrar’. E muitas das canções são algo radicais para serem tocadas”, diz o cantor, lembrando que as partes mais “produzidas” da apresentação dos Lips não ficam de fora. “Partes do nosso show são coregrafadas, como a bolha espacial e o confete.São coisas que requerem momentos em que você as faz. E  há outros momentos em que tudo fica caótico. Você não está certo do que vai rolar e é radical”.

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