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05.11.2010 | 00:11

UNREAL ENGINE 3 NãO FOI O BASTANTE PARA "BIOSHOCK: INFINITE"



Bioshock: Infinite é ambicioso. Pega o nome da famosa franquia, conhecida por seus ambientes submarinos e leva o cenário para as alturas, em uma cidade flutuante baseada nos EUA do início do século XX. E, ainda assim, parece que vai manter elementos característicos intactos.

Uma coisa que mudou, no entanto, foram os gráficos, que passaram por uma gigantesca plástica. A Irrational Games, que desenvolve o game, explicou em um post no fórum de seu site oficial que precisou de uma nova engine para rodar o game.

“Começamos dando uma olhada na engine do Bioshock original e rapidamente percebemos que as ferramentas nessa engine não tinham a potência nem a finesse necessários para a profundidade e complexidade da jogabilidade e narrativa que havíamos planejadado”, disse o diretor técnico do estúdio, Chris Kline.

Kline explica então que a Irrational partiu para a Unreal Engine 3, mas que ela também não estava à altura das ambições criativas da equipe, então, o time de desenvolvimento sacou o bisturi e fez cirurgias na UE3, para que ela atendesse às necessidades de Infinite. A maior parte das mudanças foi em relação ao sistema de iluminação e renderização de cenários em movimento.

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